Campos de Lavanda em Provence, França. Uma viagem de aroma e magia.

Campos de Lavanda em Provence, França. Uma viagem de aroma e magia.


Fico encantada sempre que vejo imagens das plantações de lavanda em Provence. Sou louca para conhecer aquela região. Uma região lilás!

A Lavanda é nativa do Mediterrâneo. Estas imagens são da região da cidadezinha chamada Sault. Lá, para qualquer direção que se olhe se vê o lilás das plantações de lavanda.


Típica casa provençal e suas lavandas.

Típica casa provençal e suas lavandas.


A palavra Lavanda vem do latim “lavare”. A lavanda lava, limpa e desintoxica.

Dentre todos os óleos essenciais, o de Lavanda é o mais versátil, com uma gama de propriedades que vão desde a de analgésico, passando pela de antidepressivo, anti-séptico, bactericida e descongestionante, até a de hipotensor, repelente de insetos, sedativo e vermífugo. Suas propriedades, no entanto, podem ser mais bem resumidas nas de calmante e reguladora.

Sua composição química é muita rica, contendo ésteres, geraniol, linalol e muitos outros elementos importantes. Após um verão seco e quente, por exemplo, o óleo deverá apresentar uma proporção mais elevada de ésteres (calmantes) do que após um verão fraco, de sorte que a Lavanda cultivada nesta região apresenta sempre uma proporção mais elevada de ésteres do que as plantas cultivadas em outras regiões.



Abadia de Senanque (Monges benedetinos). Além da Lavanda, estes monges possuem um jardim de ervas aromáticas. A Abadia é aberta ao público.

Abadia de Senanque (Monges benedetinos). Além da Lavanda, estes monges possuem um jardim de ervas aromáticas. A Abadia é aberta ao público.


Uma das mais importantes aplicações do óleo de Lavanda  dá-se no alívio de dores musculares. Por isto atua tão bem nos casos de tensão nervosa.

Usado para massagear as têmporas, o óleo de Lavanda deverá aliviar vários tipos de dor de cabeça. É o calmante natural que a natureza nós deu. Excelente óleo para os problemas de garganta. Pode-se massagear um pouco de óleo de Lavanda na região da garganta a fim de aliviar uma tosse irritativa. O óleo de Lavanda é anti-séptico e analgésico, ideal para tratar queimaduras e toda sorte de ferimentos. Também promove uma cura rápida e ajuda a impedir a formação de cicatrizes.



As plantações formam um desenho lindo.

As plantações formam um desenho lindo.


Uma quantidade mínima de óleo de Lavanda no banho de um bebê ajudará uma criança agitada a dormir. Quem começa a usar a Lavanda faz dela uma aliada.

A ação do óleo de Lavanda sobre o músculo do coração é ao mesmo tempo tônica e sedativa, o que o torna valioso para o tratamento de palpitações. Ela é usada como prevenção.

Talvez a mais importante propriedade do óleo de Lavanda seja sua capacidade de restaurar estados de desequilíbrio (da mente ou do corpo). Ela aumenta a nossa auto estima. Seu aroma é especial!


Flor da lavanda.

Flor da lavanda.

A Lavanda

Arruma o “nosso jardim”

Faz a gente respirar mais fundo…

Aumentando o nosso espaço interno

Diminuindo assim a nossa opressão

Abrindo o nosso coração…

Para amar

Perdoar


- Conteúdo enviado pela Claudia Obenaus, Aromaterapia.

Gostei muito deste texto que acabei de ler no site Vidya Yoga.

Quando pedi força e vigor, recebi de Ti dificuldades para desenvolver-me. Quando pedi sabedoria e inteligência, Tu me destes problemas para resolver. Quando pedi prosperidade, recebi de Ti energia e cérebro para trabalhar, e ainda assim, para me ajudar, Tu colocastes em meu caminho Devas que facilitassem minhas conquistas. Quando pedi amor e paciência, recebi de Ti pessoas com dificuldades emocionais para ajudar. Quando pedi coragem e força, recebi de Ti situações para me superar. Quando pedi força para conseguir resolver coisas difíceis, Tu me destes oportunidades…

Mestre Shri Vyaghra Yogi


shiva

Há algumas semanas atrás conheci uma pessoa sábia. Ela apareceu do nada, falou, falou, falou e foi embora. Um contato de aproximadamente 2 horas que foi tão enriquecedor que senti que esta pessoa apareceu na minha vida para me passar ensinamentos. Só depois, quando cheguei em casa, fui processar tudo que ela falou e compreender o que aprendi.

Apenas contando histórias sobre a vida dela, esta mulher transmitiu valores tão nobres que aos meus ouvidos soaram como palavras de uma pessoa sábia.

Uma cliente minha, após ler o post “A vibração da música”, me enviou um email com um texto que fala sobre música e cérebro. Este texto me esclareceu muito sobre o assunto. Achei muito interessante, acho que complementa o assunto do antigo post.

O maestro Eduardo de Carvalho Ribeiro mostrou como os elementos básicos da música estão ligados a partes do cérebro. “Não são verdades absolutas, mas resultados de experiências próprias”, ressalta.

Segundo Eduardo, a música é constituída basicamente de ritmo, melodia e harmonia. Essas três partes estão presentes em todas canções, sendo que uma pode prevalecer sobre as outras.

O cérebro humano é formado por três partes: o cérebro reptiliano, comum a todos os animais, o límbico, típico dos mamíferos, e oneocortical, presente em seres biologicamente mais evoluídos – como primatas, golfinhos e o homem.

O ritmo estaria relacionado com o cérebro reptiliano, um sistema comum a todos os animais e responsável pelo instinto. Músicas mais ritmadas, como o samba e a música africana, estimulariam mais essa parte do cérebro humano.

Canções melodiosas provocariam o lado emocional do cérebro, como as músicas românticas. Assim, o maestro liga a melodia ao cérebro límbico, relacionado com a intuição e o sentimento.

O cérebro neocortical estaria relacionado com canções em que a harmonia seja predominante. Nesse caso, a parte mais racional do cérebro é estimulada por músicas com arranjos mais trabalhados.

Eduardo deu grande importância à integração dos três elementos musicais e cerebrais, além de defender as músicas nas quais o ritmo, a melodia e a harmonia estejam equilibrados, pois estimulariam o cérebro como um todo e não haveria predominância de uma em especial.

A genealogia é um instrumento histórico fascinante, um registro de épocas que revela histórias de vidas, de geração após geração.

Descobrir a história de vida das pessoas tem sido para mim uma atividade empolgante. Me iniciei neste trabalho devido a uma curiosidade sobre a história da família do meu marido (a família Sisson) que se espalhou pelo Brasil a partir da vinda do francês Sebastién Auguste Sisson, uma artista muito talentoso que desenhou e litografou uma série de retratos de grandes personalidades do século XIX como D. Pedro I, D. Pedro II, José Bonifácio entre outros.

Conforme ia descobrindo mais histórias, mais me empolgava com minha pesquisa genealógica. Fui buscando informações na internet, conhecendo pessoas da família no Orkut, descobrindo a existência de mais obras do Sisson até que me dei conta da quantidade de coisas que já havia pesquisado. Resolvi então criar um blog onde publiquei tudo que pesquisei e atualizo constantemente com novas informações adquiridas.

Estou muito satisfeita com este trabalho pois através do blog membros da família Sisson estão sabendo um pouco mais sobre a sua história e conhecendo parentes que nem sabiam que existiam.

Gostaria de falar sobre coragem. O que coragem tem a ver com o título deste post?

Saskia é uma estoniana de 21 anos que atualmente mora na França e estuda letras. Conheci Saskia através de um site de hospitalidade (www.hospitalityclub.org) que visa criar uma comunidade mundial de pessoas que desejam se hospedar e receber outras de qualquer lugar do mundo.

Me cadastrei neste site sem muito compromisso. Dois dias depois do meu cadastro fui surpreendida com um email de Saskia dizendo que passaria férias no Brasil e perguntando se poderia se hospedar por uns dois dias na minha casa.

Após ler o email fiquei olhando para a tela tentando processar esta situação tão diferente que estava acontecendo na minha vida. Sei que para muitos, principalmente para os europeus, é comum se hospedarem e receberem pessoas desconhecidas em casa, mas para mim era algo completamente novo.

Pensei, “Meu Deus, hospedar uma pessoa da Estônia! Mas peraí, onde fica a Estônia? Na Europa, eu sei, mas onde?” Fui procurar no Google, Wikipedia… Lembrei: “caramba!, meu inglês está tosco!” Daí veio o medo de fazer feio. “Nossa!, hospedar alguém que nem conheço, na minha casa; e ela, vem sozinha e quer ficar na casa de uma pessoa que ela nunca viu na vida.”

Christian também ficou surpreso mas, como eu, estava entusiasmado com a novidade. Concordamos na hora. “É claro que ela pode ficar aqui em casa!” Daí foi uma novela, tive que desenterrar meu inglês. Eu estava tão insegura. Sabia o quanto meu inglês estava ruim mas mesmo assim fui até o fim e respondi o email como pude.

Combinamos tudo e finalmente chegou o dia da vinda de Saskia. Horas antes fiquei super tensa e ansiosa. Parece besteira mas o que estava acontecendo era tão inesperado que me causou um turbilhão de emoções.

Para encurtar a história, Saskia chegou bem, nos trouxe deliciosos tartelettes franceses, conversamos sobre hábitos e culturas dos estonianos, dos franceses, dos brasileiros… Que experiência maravilhosa!!!

Coragem. Sem ela eu não me inscreveria em um site de hospitalidade, sem ela Saskia não pediria hospedagem na casa de pessoas que ela não conhece em uma cidade em que ela nunca esteve, sem ela eu não enfrentaria o medo de ter que me comunicar em inglês, sem ela eu não abriria as portas da minha casa para uma desconhecida e, sem ela, eu não teria experimentado esta grande experiência de vida.

Ter coragem é enfrentar o medo do desconhecido mas, cima de tudo, é ter o que considero básico para convivência humana. É preciso confiar; confiança é a chave para as boas relações humanas.

Saskia

Casa pra mim é um lugar sagrado. Um local onde fico em paz, me sinto feliz e protegida. Aqui em casa não há espaço para discórdia nem brigas. Quando algum desentendimento acontece, a energia do local imediatamente nos acalma e nos ajuda a compreender onde estamos errando.

Este ambiente não é assim à toa. Acredito que quatro coisas que fazemos diariamente faz da nossa casa um local com energias positivas.

1. Mantemos um relacionamento saudável baseado no respeito e na compreensão. Quase não brigamos, muito pelo contrário o amor prevalece muito forte diariamente. Estes sentimentos preenchem nosso lar, “grudam nas paredes” e acabam sendo a energia da casa.

2. Cuidamos bem de nós mesmos. Buscamos diariamente nos conhecer melhor. Descobrir o que nossa alma quer expressar e materializar esta vontade. Procuramos fazer coisas que nos dão prazer, principalmente trabalhar com o que gostamos. O auto-conhecimento aos poucos nos liberta da ignorância e desvenda como nos faremos felizes. Assim mantemos o fluxo positivo, vibramos positivo e imprimimos esta vibração no ambiente em que vivemos.

3. Fazemos pequenos rituais constantemente. Para nós o ato de acender um incenso não é meramente mecânico; nos concentramos e procuramos harmonizar os três planos: físico, astral (emoções) e mental (pensamentos). Durante a queima do incenso todo o potencial energético das substâncias que o compõem são liberados passando a repercutir simultaneamente nestes planos, agindo na emotividade, sensibilizando e elevando a vibração psíquica.

4. Adoro cuidar da casa. Mantê-la limpa, arrumada, iluminada e bem decorada. Tudo que temos em casa tem utilidade. Nada fica sem uso ou encostado no fundo do armário. Objetos sem uso bloqueiam o fluxo de energia, acumulam sujeira e perdem a sua função. O que não usamos damos para quem vai usar.

E é assim que fazemos da nossa casa um LAR.

Incenso em casa

Este ano me dedicarei mais ao estudo e à prática do Yoga.

Entrei por este caminho em 2004 quando encontrei um livro raro sobre o tema na biblioteca da minha sogra. O livro, titulado “A Libertação pelo Yoga”, pertenceu a mãe dela e estava perdido no meio de centenas de livros existentes.

a-libertacao-pelo-yoga

Este livro me chamou muito a atenção. Me impressionei comigo mesma quando percebi que lia com entusiasmo apesar da densa informação que o livro me apresentava. A leitura é complexa e reveladora, os ensinamentos são valiosos, místicos e iluminados. Li ao longo de mais ou menos 1 ano e minha vida começou a mudar bastante a partir daí.

Compreendi melhor o sentido da vida, a evolução humana, a energia e o yoga como caminho para o desenvolvimento espiritual.

Estranho, né? Você deve estar se perguntando o que Yoga tem haver com isso tudo. Muita gente acha que Yoga é apenas uma atividade física que ajuda a relaxar, a ficar “Zen”. Esta é a “Yoga” banalizada, superficial, vendida para quem não tem interesse em se aprofundar no assunto.

Yoga é UNIÃO. Como disse Caio Miranda, … união no sentido de ligar o homem à sua própria e íntima realidade. É ligar novamente a criatura à Criação, o homem à Deus, que se encontra nas profundezas do nosso próprio ser e não fora do homem, lá em cima, como fomos acostumados a acreditar.

Todas as posturas físicas, a meditação, os exercícios respiratórios etc. fazem parte da prática do Yoga. Quem a vivencia com a real intenção de se ligar a Deus experimenta o auto-conhecimento, a expansão da consciência, a paz e a felicidade. E é tudo isso que quero vivenciar em 2008 e pelo resto da minha existência.

Yoga

______

Referência Bibliográfica MIRANDA, Caio. A Libertação pelo Yoga,  Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1963.

Dia desses, estava em casa curtindo o “não fazer nada” e ouvindo música. Christian e eu estamos ouvindo muito Jazz ultimamente, desde quando ele resolveu transferir para o computador as músicas da coleção do pai dele de mais de 100 CD’s do gênero. Ouvíamos Billie Holiday. Adoro! É maravilhoso sentir a doçura e a leveza com que ela canta. Senti uma calma, uma felicidade… uma verdadeira paz interior. Aí pensei: como podem gostar de ouvir funk? Me dá uma agonia por dentro quando escuto este tipo de música.

Começamos a conversar sobre as sensações que a música transmite às pessoas. É claro, cada som tem uma vibração diferente e consequentemente causam sensações diferentes. Concordamos no mesmo ponto: a vibração do funk é bem baixa e agressiva. Estimula a violência e o sexo primitivo. Não é a toa que este estilo musical se originou nas favelas, ambiente que infelizmente tem um peso no ar e respira violência.

Por que nas favelas o ambiente é assim? A conclusão que chego é que a maioria das pessoas que lá habitam vibram este tipo de energia, ou seja, pensam, sentem e materializam coisas com esta vibração. A vibração coletiva acaba gerando um ambiente como o da favela. Na minha opinião, o funk atrai pessoas que de alguma forma estão em sintonia com este tipo de vibração. Fico chocada ao perceber como o funk agrada tanta gente aqui no Rio de Janeiro. O raciocínio é o mesmo das favelas. Uma cidade é o que é porque as pessoas que nela vivem são o que são. Os que começam a se distanciar da vibração do ambiente em que vivem passam a sentir vontade de ir morar em outro lugar.

Mas, voltando à música, li recentemente em uma revista uma matéria interessantíssima sobre o efeito que a música de Morzart tem sobre as pessoas. Incrível as comprovações científicas que já obtiveram. Simplesmente a arte de Mozart é tão elevada que tem a capacidade de influenciar significativamente no crescimento das capacidades cerebrais fortalecendo a inteligência e a aprendizagem, a saúde corporal e a criatividade. Impressionante!

Bem, pra quem gosta, um pouquinho de Billie Holiday.

O que é se casar para você? Muitos diriam: é fazer uma bonita cerimônia religiosa, fazer uma festa para comemorar o início de uma vida a dois, é começar uma vida nova… Outros diriam: é colocar uma coleira, é perder a liberdade…

Para mim o casamento pode ser resumido em uma palavra: UNIÃO. Mas não acredito que esta união comece quando o casal decide se casar, nem muito menos quando resolvem ir a um cartório firmar um contrato ou ir a uma igreja ser abençoado. Esta união começa muito antes, quando os dois se conhecem e começam a criar um elo de carinho, respeito, amizade, de amor verdadeiro. Decidir morar junto com o outro é apenas uma conseqüência do que foi cultivado antes, é reconhecer que o elo está maduro o suficiente para que sigam mais juntos do que nunca.

Há pouco mais de um ano eu e o Christian resolvemos morar juntos. Na época já namorávamos há quase sete anos. Cultivamos ao longo deste tempo uma relação maravilhosa, algo sublime e verdadeiramente eterno para mim. Porém, mesmo com toda a beleza da relação, sinto que nossa decisão não foi bem recebida por muitos familiares e amigos, simplesmente pelo fato de que não sinto necessidade nem vontade de ir a um cartório nem muito menos a uma igreja para que nossa união seja “concedida” por outros. Até hoje ainda sinto um certo desconforto das pessoas em relação a isso. Acho tão lamentável. É decepcionante constatar que as pessoas ao nosso redor dão mais valor em seguir regras e padrões da sociedade do que seguir o que o coração sente vontade.

Decidi colocar aqui minha posição do que acho sobre o assunto para que as pessoas reflitam mais sobre este tema e principalmente para desabafar. Acho que, independente do que as pessoas resolvem fazer quando decidem se casar, seja fazer uma cerimônia religiosa porque isto tem um significado importante para o casal, fazer um contrato de casamento para firmar um compromisso mais sério ou simplesmente decidir morar e ficar junto da pessoa que se ama para sempre, o que realmente importa e que façamos o que nosso coração tem vontade, o que nossa alma pede. Assim a felicidade brota e preenche nossa existência.

Felicidade

Sábado à noite, em casa, organizando fotos… resolvi me distrair um pouco e tentei fazer um vídeo com algumas imagens que eu tinha aqui no computador.

Espero que gostem!

Chorei ouvindo Bridge Over Troubled Water do Simon and Garfunkel. Nossa, que música linda! A interpretação deles é cheia de emoção. Preenche a alma.

A música fala sobre amizade, exatamente como entendo que é uma verdadeira amizade: um sentimento de amor profundo cheio de otimismo e boa intenção. A verdadeira amizade permite ouvir o outro com o coração aberto, compartilhar a intimidade sem que seja necessário colocar nenhuma máscara, nenhum disfarce, porque o outro te aceita com todos os seus defeitos e qualidades e te ama do jeito que você é.

Quero dedicar este post ao Christian, o melhor amigo que encontrei nesta vida e que com certeza caminhará ao meu lado pela eternidade. Christian, amo você.

Nunca havia pensado antes em trabalhar com a escrita até que por meio de idéias isoladas e auto conhecimento, percebi que talvez isto esteja no meu destino.

Comunicar minhas experiências com as pessoas, conhecer através delas os lugares, as culturas. Compilar estas informações e colocar em um livro, um blog… Passar minha emoção, minha interpretação e meu olhar sobre os lugares, as pessoas e a vida.

Comunicação, emoção… Viva a Arte. Viva a expressão da Alma.

Povos

Quantas vezes por dia paramos realmente para nos ouvir? Digo ouvir o que nossa alma pede e não o que nossa cabeça diz. Vejo muita gente ao meu redor seguindo sempre a cabeça, cheia de conflitos e ilusões e esquecendo de seguir o que a alma pede.

A alma é completa, ela nos dá o sentido, nos preenche e nos faz sentir a tão almejada felicidade. A alma sabe quais são as necessidades do nosso ser e nos guia a cada momento para fazermos o que nos faz bem.

Quantas vezes sentimos muita vontade de fazer uma determinada coisa, aí, logo em seguida, bloqueamos o fazer e até o sentir com pensamentos confusos, cheios de repressão e culpa. Isso é frenquente. Fomos educados a pensar acima de tudo, fazer o que é certo, o que todos fazem… E o que sentimos? O que realmente temos vontade de fazer? Passamos tantos anos de nossas vidas sem ouvir a alma que ficamos confusos quando nos perguntamos o que realmente nos faz sentir bem e felizes.

Ultimamente estou tentando ouvir mais a minha alma. Deixar de lado o tenho que fazer isso, tenho que fazer aquilo… Estou tentando SENTIR mais e confesso: está sendo maravilhoso!

liberdade

Categorias

Twitter

Flickr Photos

PA170007

PA170004

PA170001

More Photos