Dia desses, estava em casa curtindo o “não fazer nada” e ouvindo música. Christian e eu estamos ouvindo muito Jazz ultimamente, desde quando ele resolveu transferir para o computador as músicas da coleção do pai dele de mais de 100 CD’s do gênero. Ouvíamos Billie Holiday. Adoro! É maravilhoso sentir a doçura e a leveza com que ela canta. Senti uma calma, uma felicidade… uma verdadeira paz interior. Aí pensei: como podem gostar de ouvir funk? Me dá uma agonia por dentro quando escuto este tipo de música.
Começamos a conversar sobre as sensações que a música transmite às pessoas. É claro, cada som tem uma vibração diferente e consequentemente causam sensações diferentes. Concordamos no mesmo ponto: a vibração do funk é bem baixa e agressiva. Estimula a violência e o sexo primitivo. Não é a toa que este estilo musical se originou nas favelas, ambiente que infelizmente tem um peso no ar e respira violência.
Por que nas favelas o ambiente é assim? A conclusão que chego é que a maioria das pessoas que lá habitam vibram este tipo de energia, ou seja, pensam, sentem e materializam coisas com esta vibração. A vibração coletiva acaba gerando um ambiente como o da favela. Na minha opinião, o funk atrai pessoas que de alguma forma estão em sintonia com este tipo de vibração. Fico chocada ao perceber como o funk agrada tanta gente aqui no Rio de Janeiro. O raciocínio é o mesmo das favelas. Uma cidade é o que é porque as pessoas que nela vivem são o que são. Os que começam a se distanciar da vibração do ambiente em que vivem passam a sentir vontade de ir morar em outro lugar.
Mas, voltando à música, li recentemente em uma revista uma matéria interessantíssima sobre o efeito que a música de Morzart tem sobre as pessoas. Incrível as comprovações científicas que já obtiveram. Simplesmente a arte de Mozart é tão elevada que tem a capacidade de influenciar significativamente no crescimento das capacidades cerebrais fortalecendo a inteligência e a aprendizagem, a saúde corporal e a criatividade. Impressionante!
Bem, pra quem gosta, um pouquinho de Billie Holiday.




3 comments
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30 Novembro, 2007 às 11:36 am
Vania
Oi, acho que foi vc quem escreveu no meu blog perguntando sobre a família Sisson.
Infelizmente não tenho mais contato com elas, parece que a Dianinha está em Fortaleza, mas não tenho certeza.
O irmão delas é o dono da igui piscinas. Quem sabe com ele tu consegues alguma informação?
um abraço
Vania
3 Dezembro, 2007 às 8:14 pm
Christine
Olá Bárbara!
Li esta sua postagem e concordo plenamente que a música nos influencia sim!
Eu por exemplo, relaciono minhas lembranças com músicas, que me fazem voltar a épocas maravilhosas de minha vida ( Anos 80, principalmente).
O outro dia eu conversava com meu marido sobre a “mania” que tinhamos em comum, antes mesmo de nos conhecer, de ficar escutando alguns programas de rádio( Good Times, Night by night da Antena 1…). Aquelas músicas antiiiigas, adoro!
Tenho um Arquivo de músicas que “coleciono”, que já está em quase 13Gb.
São tantas lembranças…são tantas músicas…Ah! Que saudade…rs
Muitos marcaram: George Michael, Beatles, Foreigner, muitos muitos…
Até fiquei meio melancólica…rs
Música boa, sentimentos bons!
Um grande beijo.
Fique com Deus.
E continue ouvindo(… e sentindo) boas vibrações musicais.
“…I’m on your side
When times get rough
And friends just can’t be found
Like a bridge over troubled water
I will lay me down
Like a bridge over troubled water
I will lay me down
When you’re down and out
When you’re on the street
When evening falls so hard
I will comfort you…”
Lindo…Lindo…
4 Dezembro, 2007 às 2:47 am
Bárbara Ferreira
Também adoro as músicas antigas, Christine.
A música nos faz reviver, sonhar… é muito bom!
Bjs pra vc.